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É uma glorificação à Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo, por quem tudo foi criado, por quem vivemos e para onde iremos. Existe um só Deus em três pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo. “Deus Pai tem um Filho. É Jesus. Esse Filho veio se comunicar com os homens. Ele provou ser Filho de Deus, por suas mensagens e por seus milagres.” Esse Filho nos fez filhos de seu Pai, pela graça divina. Portanto, Jesus passa a ser nosso irmão e Deus Pai, nosso Pai. Deus Pai é o autor, o criador, o ordenador. O Espírito Santo é o que possui a ação criadora. O Filho e o Espírito são como as “mãos” criadoras do Pai. “Deus é infinito, Deus é vitória, Deus é soberano. Deus é o Senhor. Está acima de todas as coisas. Tudo está as suas ordens. Ele é onipotência amorosa.” É um Deus cuja compaixão acontece, manifesta-se! Dar glória significa reconhecer o “esplendor, o poder, a sabedoria e a magnificência divina. Assim como os raios de luz exprimem a esplendorosa realidade do sol, assim os milagres, a mensagem, a transfiguração, a ressurreição, a santidade e o amor de Cristo manifestaram a realidade de sua infinita grandeza: Jesus é realmente Deus.” Um Deus que esteve e está no meio de nós. Sentimos sua divindade, sua presença e o vivenciamos na Palavra, na Eucaristia, no irmão, na natureza. Sentimos a ação vivificadora, renovadora, criadora do Espírito do Pai, que caminha com seu povo, iluminando e esclarecendo-o. A Santíssima Trindade nos criou à sua imagem e semelhança, por isso nos imprimiu a dignidade de pessoa: não somos uma coisa, somos alguém, capaz de conhecer-se, e doar-se, livremente, e entrar em comunhão com outras pessoas. Somos chamados, por graça divina, a uma aliança com o nosso Criador, a oferecer-lhe uma resposta de fé e de amor, e outra pessoa não pode oferecer por nós. O Pai criou-nos para manifestar e comunicar a sua glória. Devemos, por todas essas maravilhas gratuitas, render glórias e louvores ao nosso Criador, manifestar e comunicar um profundo agradecimento e alegria de sermos obra prima saída de suas mãos, (...)como era no princípio, agora e sempre. Amém. Render glórias é a verdadeira atitude do homem que se reconhece criatura diante de seu Criador, de um Deus tão maravilhoso, que nunca teve princípio, nem nunca terá fim. Um Deus onisciente, onipresente, onipotente. O único Rei a quem devemos render glórias e louvores. Glória ao Pai que nos criou! Glória ao Filho que nos salvou! Glória ao Espírito Santo que nos ilumina e santifica!
(Do Coração do Pai para o Coração dos Filhos - Maria José Tenório de Araújo) |
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